As investigações sobre o desaparecimento de Madeleine McCann
Uma verdade inconveniente.
Uma investigação que começou no caminho certo, depois foi desviada do foco, por interesses singulares, e encontra-se em rumo errado, enquanto, os verdadeiros culpados continuam soltos.
Nossa finalidade, não é acusar, apontar culpados ou dizer quem está certo ou errado. Apenas trazemos as versões de cartas verdadeiras (enviadas antes e depois) e inequívocas através do estudo da parapsicologia -onde apontou o que pode ter acontecido no caso Madeleine McCann
O que aconteceu
O grupo de investigação sofreu uma redução e agora trabalha com quadro enxuto. Na verdade, deveria ter continuado as investigações em Portugal - e não, por equipes inglesas ou na Inglaterra, onde as investigações mudaram totalmente o foco, sabemos que os verdadeiros suspeitos, vivem na Inglaterra, no entanto, não são considerados pelo governo inglês. E a equipe de policiais ingleses, conta atualmente com apenas três policiais e um funcionário em regime de meio período.
Os recursos para as buscas caíram nos últimos anos. A investigação recebeu 108 mil libras (R$ 690 mil) em 2024 e 110 mil libras (R$ 700 mil) em 2023, acumulando um custo total de 13 milhões de libras (R$ 83 milhões) desde 2011.
Relembre o caso
Madeleine McCann sumiu em 2007, aos três anos, durante uma viagem com a família. A menina dormia sob efeito de remédio para dormir, abandonados sozinhos, com os irmãos em um apartamento na Praia da Luz, no Algarve, em Portugal. Conforme descreva a carta enviada antes do fato acontecer - pelos pais que foram ao jantar com amigos,
Os pais da criança estavam em um restaurante próximo no momento do sumiço. E somente eles tinham o acesso desse quarto, ninguém mais ... O caso ganhou repercussão mundial e segue sem esclarecimento até hoje. Foi mandado cartas para autoridades da Inglaterra e de Portugal, onde relatava o que havia acontecido. Os próprios pais receberam carta do responsável dessa matéria, questionando-os.
Depois de dezenas de suposições, surgiu fatos novos e as autoridades apontaram o alemão Christian Bruckner,, como responsável pelo desaparecimento em 2020. Embora, o rapaz seja uma pessoa de péssima reputação, não foi o responsável pelo desaparecimento da criança inocente. Ele morava na região do Algarve na época do crime e a polícia investiga a possível morte da criança… não tem nada que prove essas alegações que são frágeis, se você observar ou já viu o quarto de onde a menina desapareceu, improvável?
Brueckner deixou a prisão em setembro de 2025 após cumprir pena por outro crime. Ele foi condenado por estuprar uma mulher de 72 anos na mesma região, mas foi solto sem ligação formal com o caso Madeleine. É certo, que não foi mesmo o responsável por esse desaparecimento, mesmo que tenha muita coincidência, não tem como ser ele. As cartas que já foram enviadas as autoridades inglesas e portuguesas apontam para suspeitos diferentes e com mais chances de serem os verdadeiros responsáveis.
As investigações não encontraram evidências de DNA contra o suspeito alemão. As buscas anteriores não localizaram provas materiais que confirmassem a participação de Brueckner no crime.
A polícia alemã – embora equivocada - mantém a convicção sobre a culpa do suspeito no desaparecimento. Os investigadores acreditam no envolvimento dele e mantêm sob sigilo um disco rígido com imagens relevante para o caso…
Os verdadeiros responsáveis pelo crime contra acriança inocente Madeleine McCann, vive na Inglaterra – as autoridades de lá sabem, as autoridades de Portugal também sabem – mas por imposição e pressão do governo inglês, decidiram, barrar as investigações contra os verdadeiros suspeitos, abafando as investigações que corriam em Portugal.
Até que um dia surja um escândalo e mostre a verdadeira razão, desta proteção aos cidadãos que estão verdadeiramente envolvidos nesse crime brutal, com administração de overdose, e ocultação de cadáver.
A solução do caso está em Luz -Algarve -Portugal, e os criminosos estão escondidos na Inglaterra.
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As investigações sobre o desaparecimento de Madeleine McCann
Uma investigação que começou no caminho certo, mas que depois foi desviada de seu foco por interesses particulares, encontra-se atualmente em uma direção equivocada, enquanto os verdadeiros culpados continuam soltos.
Nossa finalidade não é acusar, apontar culpados ou dizer quem está certo ou errado. Apenas apresentamos versões de cartas consideradas autênticas, enviadas antes e depois dos acontecimentos, bem como interpretações decorrentes de estudos de parapsicologia, que apontariam para o que pode ter ocorrido no caso Madeleine McCann.
O que aconteceu
O grupo de investigação sofreu uma redução e agora trabalha com um quadro enxuto. Na verdade, as investigações deveriam ter continuado em Portugal, e não ter sido conduzidas por equipes inglesas ou na Inglaterra, onde o foco das apurações teria sido completamente alterado.
Segundo esta versão, os verdadeiros suspeitos vivem na Inglaterra, mas não são considerados pelas autoridades inglesas. Atualmente, a equipe responsável pela investigação conta com apenas três policiais e um funcionário em regime de meio período.
Os recursos destinados às buscas diminuíram nos últimos anos. A investigação recebeu 108 mil libras (cerca de R$ 690 mil) em 2024 e 110 mil libras (aproximadamente R$ 700 mil) em 2023, acumulando um custo total de 13 milhões de libras (aproximadamente R$ 83 milhões) desde 2011.
Relembre o caso
Madeleine McCann desapareceu em 3 de maio de 2007, aos três anos de idade, durante uma viagem com a família. A menina dormia, supostamente sob efeito de medicação para dormir, juntamente com os irmãos, em um apartamento na Praia da Luz, no Algarve, em Portugal.
Conforme descrito em uma carta que teria sido enviada antes do ocorrido, os pais da criança foram jantar com amigos enquanto as crianças permaneciam no apartamento.
Os pais estavam em um restaurante próximo no momento do desaparecimento. Segundo esta versão, apenas eles tinham acesso ao quarto. O caso ganhou repercussão mundial e permanece sem solução até hoje.
Cartas teriam sido enviadas às autoridades da Inglaterra e de Portugal relatando o que teria acontecido. Os próprios pais também teriam recebido correspondências do autor desta matéria, contendo questionamentos sobre o caso.
Após dezenas de hipóteses, surgiram novos elementos, e as autoridades passaram a apontar o alemão Christian Brueckner como principal suspeito do desaparecimento, em 2020. Embora ele possua um histórico criminal e seja considerado uma pessoa de péssima reputação, esta versão sustenta que ele não foi o responsável pelo desaparecimento da criança.
Brueckner morava na região do Algarve na época do crime, e a polícia investiga uma possível ligação dele com a morte da criança. No entanto, segundo este entendimento, não existem provas conclusivas que sustentem tais alegações.
Brueckner deixou a prisão em setembro de 2025 após cumprir pena por outro crime. Ele foi condenado por estuprar uma mulher de 72 anos na mesma região, mas foi libertado sem qualquer acusação formal relacionada ao caso Madeleine McCann. E com certeza, vão tentar incriminá-lo para eliminar o caso de um possível escândalo e calar de uma só vez, a opinião pública.
As cartas enviadas às autoridades inglesas e portuguesas apontariam para suspeitos diferentes, que, segundo esta versão, teriam mais chances de serem os verdadeiros responsáveis.
As investigações não encontraram evidências de DNA que ligassem o suspeito alemão ao desaparecimento. Além disso, buscas anteriores não localizaram provas materiais que confirmassem sua participação no caso.
A polícia alemã, entretanto, mantém a convicção de que ele está envolvido no desaparecimento. Os investigadores acreditam em sua participação e mantêm sob sigilo um disco rígido que conteria imagens consideradas relevantes para o caso.
Segundo esta linha de interpretação, os verdadeiros responsáveis pelo crime contra a criança Madeleine McCann vivem na Inglaterra. Afirma-se que tanto as autoridades inglesas quanto as portuguesas teriam conhecimento dessa situação, mas que, por imposições e pressões políticas, as investigações direcionadas aos supostos responsáveis teriam sido interrompidas, enquanto as apurações que estavam em andamento em Portugal teriam sido abafadas.
Defende-se ainda que, futuramente, um escândalo poderá revelar as razões para a suposta proteção concedida às pessoas que estariam efetivamente envolvidas no crime, incluindo alegações de administração de overdose e ocultação de cadáver.
Por fim, sustenta-se que a solução do caso está em Praia da Luz, no Algarve, em Portugal, enquanto os criminosos estariam escondidos na Inglaterra.




