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Previsões de Outubro de 2026 — por Jucelino Luz

Previsões de Outubro de 2026 — por Jucelino Luz

(As previsões não são predestinações.)

(Águas de Lindóia, 28 de setembro de 2026)

  1. Turquia: Um atentado pode matar mais de 15 pessoas. Um forte terremoto poderá atingir o país.
  2. França: Manifestações poderão se espalhar pelo país, além da possibilidade de um atentado terrorista.
  3. Portugal, Espanha e Itália: Enfrentarão problemas econômicos que tendem a piorar até o final de outubro de 2026. Alguns lugares ainda correrão risco de ataques e, em determinadas regiões, as chuvas poderão causar estragos.
  4. Japão: Um forte terremoto e atividade vulcânica poderão atingir o país. Um furacão poderá trazer fortes chuvas, vendavais e enchentes em algumas partes do território japonês.
  5. Brasil: A crise econômica continuará afetando muitos setores, e a economia ainda estará sofrendo. O mês poderá apresentar maiores problemas no mercado. Haverá mudanças na política e, em São Paulo, T. vence no primeiro turno como governador. De modo geral, os eleitores ainda vivem em clima de desconfiança e descontentamento com o sistema político, o que poderá atrasar o país em mais de 40 anos. Haverá necessidade de uma grande mudança para aquecer o mercado e trazer renovações.
  6. Paquistão: Um atentado poderá matar mais de 20 pessoas inocentes.
  7. Brasil — Pará, Amazonas e outras regiões: O desmatamento continuará sendo um grande problema no Pará, Amazonas e em várias outras regiões, em uma situação de grande descontrole. Poderemos ter mais mortes envolvendo fazendeiros, além do aumento da violência em áreas de garimpo nessas regiões.
  8. China e Vietnã: Tempestades atingirão os dois países, provocando enchentes e deixando pessoas desabrigadas. Um tufão poderá atingir ambos os países.
  9. Noruega, Suécia e Dinamarca: Fortes chuvas, enchentes e deslizamentos poderão ocorrer nesses países. Um ataque poderá vitimar pessoas inocentes em uma escola, e outro ataque, em uma área central, também poderá fazer vítimas.
  10. Bulgária e Grécia: Aumentarão os problemas relacionados às fortes chuvas e enchentes. A crise econômica também poderá se intensificar nesses países.
  11. Peru: Um forte terremoto poderá atingir o país e causar mortes.
  12. Brasil — Sul, Sudeste e outras regiões: Fortes chuvas e vendavais atingirão o Sul do Brasil, especialmente Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Também poderemos ter problemas em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais. Haverá calor intenso, seguido de queda de temperatura e tempestades, com possibilidade de tornados, enchentes e destruição.
  13. Chile: Um terremoto de forte intensidade poderá atingir o país, causando desabamentos e mortes. Também poderão ocorrer enchentes e destruição.
  14. Filipinas e Coreia do Sul: Um tufão e fortes tempestades poderão atingir esses países, causando enchentes e vítimas. Há também a possibilidade de um terremoto e da morte de uma pessoa famosa na Coreia do Sul.
  15. África — Congo, Somália, Quênia e Serra Leoa: Conflitos poderão provocar revoltas nesses países. Fortes chuvas, o vírus Ebola e outros vírus poderão se espalhar.
  16. Nigéria: Uma queda de avião e uma explosão de bomba poderão vitimar muitas pessoas no país.
  17. Brasil — São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso: Um helicóptero poderá cair e vitimar dezenas de pessoas.
  18. Argentina: Manifestações e atentados poderão acontecer na região central. Um problema grave poderá ocorrer na política, além da possibilidade de ataques.
  19. Amazonas: Grandes enchentes e tempestades poderão causar mortes e danos. Um barco com mais de 30 pessoas poderá sofrer um grave acidente.
  20. Alasca: Fortes tempestades e um forte terremoto poderão atingir a região e causar medo.
  21. México e Estados Unidos: Três furacões poderão atingir os dois países. Tempestades poderão causar grandes danos e possíveis mortes. Em determinadas regiões, poderão ocorrer incêndios, e ataques poderão vitimar muitas pessoas.
  22. Colômbia: Um forte terremoto poderá atingir o país, causando danos e possíveis mortes.
  23. Tailândia: O país poderá enfrentar tempestades e o desaparecimento de pessoas inocentes.
  24. Índia: Chuvas e enchentes atingirão algumas regiões, enquanto outras poderão enfrentar falta de água, causando muitos problemas. Um forte terremoto poderá atingir a região, e um incêndio poderá causar mortes.
  25. Indonésia: Um vulcão poderá entrar em erupção, deixando pessoas desabrigadas e provocando uma situação de grande perigo. Por outro lado, poderão ocorrer três terremotos de forte intensidade, além de fortes chuvas. Um forte terremoto também poderá atingir o país.
  26. Argentina, Paraguai e Uruguai: Chuvas e enchentes poderão atingir esses países, causando possíveis vítimas.
  27. Nova Zelândia e Austrália: Grandes enchentes e ciclones poderão atingir os dois países, causando possíveis vítimas. Um forte terremoto poderá provocar danos na Austrália, onde também poderá ocorrer um incêndio.
  28. Londres e França: Um possível ataque poderá causar mortes. Na Inglaterra, fortes chuvas e ressacas poderão causar diversos problemas.
  29. Rússia: Um ataque suicida poderá atingir o país. Chuvas e um terremoto também poderão atingir o território russo, causando mortes e danos.
  30. Alemanha: Fortes chuvas, uma nevasca antecipada e outros problemas poderão causar um desastre no país. Um possível ataque em um shopping de Munique poderá causar danos. Poderão ocorrer também vários desaparecimentos de crianças.
  31. Brasil — Região Serrana do Rio de Janeiro: Há possibilidade de fortes chuvas e deslizamentos.
  32. Itália: Um forte terremoto poderá atingir o país e causar danos. Também poderão ocorrer fortes chuvas.
  33. Israel: Um atentado poderá causar mortes no país, e um político poderá enfrentar graves problemas de saúde.
  34. Taiwan: Um tufão poderá atingir a região, assim como um forte terremoto de magnitude 7,0, com possibilidade de causar vítimas.
  35. Suíça e Áustria: Ventos fortes e tempestades poderão causar enchentes e possíveis vítimas. Há também a possibilidade de atentado em uma dessas regiões.
  36. Holanda e França: Uma forte tempestade poderá atingir a Holanda e partes da França, causando prejuízos nesses países.
  37. Haiti: Uma tempestade poderá causar enchentes, mortes e outros problemas no país. Também poderá ocorrer um forte terremoto.
  38. Jamaica, Ilhas Cayman, Cuba, Nicarágua e Belize: Uma forte tempestade poderá causar destruição em partes desses locais.
  39. Malásia e Camboja: Fortes chuvas poderão causar enchentes e destruição. Há também a possibilidade do desaparecimento de um avião naquela região.
  40. Turquia: Tempestades e um ataque a bomba poderão matar dezenas de pessoas. Também poderá ocorrer uma queda de avião.

     

UMA MENSAGEM DE CONSCIÊNCIA AO POVO BRASILEIRO

No próximo 4 de outubro de 2026, milhões de brasileiros irão às urnas para exercer um dos mais importantes direitos da democracia: o direito de escolher livremente seus representantes.

Este é um momento que merece serenidade, responsabilidade e, acima de tudo, consciência.

Antes de votar, procure conhecer não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também a história, as atitudes, os compromissos e a atuação daqueles que desejam receber a sua confiança.

Tenha cuidado com as promessas.
Durante uma eleição, muitas palavras são ditas e muitos compromissos são assumidos. Depois das urnas, porém, cabe à sociedade acompanhar, fiscalizar e cobrar para que aquilo que foi prometido não seja simplesmente esquecido.

O político eleito não recebe um mandato para fazer tudo aquilo que deseja. Ele recebe do povo a responsabilidade de representar a sociedade e exercer uma função pública dentro dos limites da Constituição e das leis.

Por isso, não permita que a sua participação termine depois de apertar o botão CONFIRMA.

Acompanhe aquele em quem você votou.
Observe suas decisões.
Conheça seus projetos e seus votos.
Questione quando for necessário.
Cobre aquilo que foi prometido.
E, sobretudo, exerça permanentemente a sua cidadania.

A Constituição estabelece direitos, deveres e garantias para todos. Também existem garantias constitucionais específicas relacionadas ao exercício de determinados mandatos públicos, mas nenhuma função pública deve ser entendida como autorização para agir acima da ordem jurídica.

O poder público deve servir à sociedade — e não o contrário.

Não entregue sua consciência a discursos, interesses, pressões, amizades ou promessas. Informe-se, reflita, compare propostas e faça a sua própria escolha.

Seu voto é livre, pessoal e secreto.

Não importa em quem você decida votar. O mais importante é que essa decisão seja verdadeiramente sua, tomada de maneira consciente e responsável.

Lembre-se também de que as consequências de uma eleição não terminam no dia da votação. Os representantes escolhidos tomarão decisões que poderão influenciar o país e a vida da população durante os próximos anos.

Por isso, no dia 4 de outubro de 2026, não escolha apenas com a emoção do momento.

Escolha com consciência.
Vote com liberdade.
Fiscalize com responsabilidade.
Cobre com respeito.
E nunca renuncie ao seu direito de participar.

A democracia não acontece somente no dia da eleição.

Ela continua todos os dias, quando o cidadão acompanha, questiona, fiscaliza e exige que seus representantes cumpram com responsabilidade o mandato que receberam do povo.

O voto é seu.
A escolha é sua.
A consciência também deve ser sua.

ORIENTAÇÃO DE CONSCIÊNCIA CÍVICA E DEFESA DA LEGALIDADE

Em uma democracia, nenhum cidadão deve permanecer indiferente quando existirem indícios concretos e documentados de irregularidades, abuso de poder, desvio de finalidade ou atos que possam causar prejuízo ao patrimônio público, à moralidade administrativa ou a outros interesses protegidos pela Constituição.

Da mesma maneira, é necessário agir com responsabilidade.

A existência de diálogo, cooperação ou relacionamento institucional entre políticos, autoridades e diferentes Poderes da República não constitui, por si só, uma ilegalidade. Entretanto, se surgirem fatos que indiquem possíveis irregularidades, esses fatos devem ser examinados de maneira independente, técnica e baseada em provas.

Não basta suspeitar. É preciso documentar.

Documentos públicos, decisões oficiais, contratos, registros, atos administrativos e outras provas obtidas por meios lícitos podem ser organizados e submetidos à análise de profissionais especializados.

Se muitos cidadãos compartilharem uma preocupação legítima, eles podem se organizar pacificamente, buscar orientação jurídica independente e contratar advogados ou escritórios especializados em Direito Constitucional, Administrativo, Eleitoral, Direitos Humanos ou nas demais áreas relacionadas aos fatos.

No Brasil, a própria Constituição oferece instrumentos para a defesa da legalidade.

Entre eles está a Ação Popular, prevista no artigo 5º, inciso LXXIII, da Constituição Federal e regulamentada pela Lei nº 4.717/1965.

E a instituição que deveria fiscalizar também for acusada de participar da irregularidade, não se abandona o Direito. Documenta-se também a atuação ou omissão dessa instituição, utilizam-se as demais vias independentes previstas no ordenamento e, quando preenchidos os requisitos, avaliam-se os mecanismos internacionais de proteção dos direitos humanos.

Normalmente é necessário esgotar os recursos internos. Porém, o artigo 46.2 da Convenção Americana prevê exceções quando não existir devido processo interno adequado, quando a pessoa não tiver acesso aos recursos ou for impedida de esgotá-los, ou quando houver demora injustificada na decisão.

Esse instrumento permite que o cidadão, preenchidos os requisitos legais, procure o Poder Judiciário para buscar a anulação de atos que sejam lesivos ao patrimônio público, à moralidade administrativa, ao meio ambiente ou ao patrimônio histórico e cultural.

Portanto, diante de uma possível irregularidade, o caminho deve ser:

investigar pelos meios legais, preservar documentos, reunir provas lícitas, procurar profissionais independentes, identificar o instrumento jurídico adequado e recorrer às instituições competentes.

A mobilização de milhares ou milhões de pessoas pode demonstrar a dimensão de uma preocupação social, mas a quantidade de pessoas não substitui a necessidade de provas nem os requisitos previstos em lei.

Também é importante compreender que existe uma simples “Ação Internacional” equivalente à Ação Popular brasileira.

Democracia não significa permanecer em silêncio diante de uma suspeita, mas também não significa condenar alguém antecipadamente.

Significa buscar os fatos.

Significa exigir transparência.

Significa reunir provas de maneira legal.

Significa utilizar os instrumentos constitucionais disponíveis.

Significa respeitar o contraditório e o devido processo legal.

E significa compreender que nenhuma autoridade pública deve ser considerada acima da Constituição e das leis, assim como nenhuma pessoa deve ser acusada ou condenada sem provas e sem o devido processo legal.

A participação popular também possui força histórica. A própria Lei da Ficha Limpa nasceu de uma iniciativa popular, demonstrando que a sociedade civil organizada pode participar da construção e da defesa das instituições democráticas.

Mas uma conquista democrática não termina quando uma lei é aprovada.

É necessário acompanhar sua aplicação, fiscalizar as instituições e utilizar os meios jurídicos legítimos sempre que houver fatos que justifiquem essa atuação.

Quando o cidadão acredita que determinada instituição não respondeu adequadamente, a resposta democrática não deve ser a tristeza, a desistência ou a violência.

A resposta deve ser mais cidadania, mais documentação, mais fiscalização, mais transparência e, quando juridicamente cabível, mais atuação perante a Justiça.

Não se combate um possível abuso com outro abuso.

Combate-se uma possível ilegalidade com provas, Constituição, Justiça e participação consciente da sociedade.

Essa é uma das forças fundamentais de um Estado Democrático de Direito.