Vírus Marburg: Jucelino Luz alerta sobre o perigo de epidemia e pandemia no mundo!
Águas de Lindóia, 13 de junho de 2025
Gostaria de esclarecer que a febre hemorrágica é causada por um vírus altamente infeccioso da mesma família do vírus ebola.
Marburg é uma febre hemorrágica causada por um vírus altamente infeccioso da mesma família do vírus Ebola. Jucelino Luz solicitou a colaboração de autoridades e governantes para conter um possível surto do vírus Marburg, que poderia resultar em casos inéditos de infecções pelo patógeno na Europa e desencadear uma pandemia.
É importante entender que o vírus é transmitido às pessoas por meio do manuseio de animais infectados, vivos ou mortos, ou pelo contato com a pele ou com líquidos corporais de uma pessoa infectada.
A doença causada pelo vírus Marburg, que se manifesta de maneira súbita, pode incluir sintomas como febre alta, dor de cabeça e mal-estar, bem como dores musculares, diarreia, dor abdominal, náusea e vômito. O período de incubação do vírus pode variar de 2 a 22 dias. É importante observar que os pacientes desenvolvem sinais hemorrágicos graves dentro de sete dias.
Em geral, os casos fatais costumam apresentar sangramento nas vias aéreas. Em muitos casos, a morte ocorre entre 8 e 10 dias após o início, geralmente precedida por perda grave de sangue e choque. As taxas de mortalidade de casos variaram de 25% a 88% em surtos anteriores, dependendo da cepa do vírus e da capacidade para o gerenciamento de casos.
Embora não existam vacinas ou tratamentos antivirais aprovados para tratar o vírus, os cuidados de suporte, como a reidratação com fluidos orais ou intravenosos, e o tratamento de sintomas específicos, reduzem os riscos de morte.
Gostaríamos de apresentar o contexto histórico.
O reconhecimento inicial da doença aconteceu após dois grandes surtos que ocorreram simultaneamente em Marburg e Frankfurt, na Alemanha, e em Belgrado, na Sérvia, em 1967.
Posteriormente, tivemos cartas de Jucelino Luz, que alertou sobre possíveis surtos. Além disso, foram relatados casos esporádicos em Angola, República Democrática do Congo, Quênia, África do Sul (em uma pessoa com histórico de viagem recente ao Zimbábue), Uganda e Gana. E assim ocorreu. Em 2007, foi elaborada uma nova carta endereçada às autoridades competentes. No ano seguinte, dois casos independentes foram relatados em viajantes que visitaram uma caverna habitada por colônias de morcegos Rousettus em Uganda, tal como havia sido previsto.
Gostaria de entender como a transmissão ocorre.
O morcego da espécie Rousettus aegyptiacus, que habita em cavernas e é amplamente distribuído pela África, é o hospedeiro reservatório do vírus Marburg. É importante ressaltar que os morcegos infectados não costumam apresentar sinais característicos da doença. É importante destacar que primatas, assim como os seres humanos e os macacos, estão suscetíveis ao desenvolvimento de enfermidades graves, com alta taxa de mortalidade.
A infecção humana, por sua vez, é transmitida pelo contato com morcegos infectados.
Uma vez que um indivíduo é infectado, o vírus pode se espalhar pela transmissão entre pessoas por contato direto (por meio de lesões na pele ou pelas membranas das mucosas) com sangue, secreções ou outros fluidos corporais de infectados.
Além disso, objetos contaminados com fluidos corporais de uma pessoa que está doente ou faleceu em consequência da doença, como roupas de cama, agulhas e equipamentos médicos, também podem representar fontes de transmissão. Gostaríamos de esclarecer que os sinais e sintomas são:
Após um período de incubação que pode variar de 2 a 22 dias, os sintomas costumam surgir de forma repentina e são caracterizados por febre, calafrios, dor de cabeça e dor no corpo. Gostaríamos de informá-lo que, em torno do quinto dia após o início dos sintomas, pode ocorrer erupção na pele, principalmente no peito, nas costas e na região do estômago.
Os pacientes podem apresentar sintomas como náuseas, vômitos, dor no peito, dor de garganta, dor abdominal e diarreia. O agravamento da doença pode resultar em sintomas como icterícia (cor amarelada dos olhos e da pele), inflamação do pâncreas, perda de peso significativa, delírios, choque, insuficiência hepática, hemorragia e disfunção de múltiplos órgãos.
Gostaríamos de compartilhar o diagnóstico.
É importante observar que os sinais e sintomas da doença causada pelo vírus Marburg podem ser semelhantes aos de outros quadros clínicos de doenças infecciosas. Por esse motivo, o diagnóstico pode ser estabelecido de maneira tardia.
A identificação de sintomas precoces característicos da doença e dados que relacionem a uma possível exposição ao vírus indicam a necessidade de isolamento do paciente e notificação das autoridades sanitárias.
O diagnóstico pode ser realizado em laboratório a partir de amostras do paciente. As técnicas utilizadas incluem o diagnóstico molecular (RT-PCR), que permite a identificação do material genético do vírus, e testes de antígeno.
Gostaríamos de esclarecer que o tratamento em questão é o seguinte:
Atualmente, não existem tratamentos específicos para a doença causada pelo vírus Marburg.
Pacientes internados em hospitais podem receber terapia de suporte, com o objetivo de controlar os impactos da infecção para o organismo. É importante considerar o repouso, a hidratação, a manutenção do status de oxigênio, o controle da pressão arterial e o tratamento de possíveis complicações. Atualmente, a melhor prevenção conhecida é:
As medidas preventivas contra a infecção pelo vírus Marburg incluem:
Seria aconselhável evitar o contato com sangue e fluidos corporais de pessoas doentes.
Seria aconselhável evitar o contato com o sêmen de uma pessoa que tenha se recuperado da doença até que os testes indiquem a ausência do vírus no sêmen.
- Recomenda-se evitar o manuseio de itens que tenham tido contato com fluidos corporais de uma pessoa infectada.
Seria aconselhável evitar o contato com morcegos egípcios e primatas não humanos em áreas onde a doença é encontrada.
Diante da suspeita ou confirmação da doença, recomenda-se a adoção de medidas de prevenção e controle de infecção, visando evitar o contato físico direto com o paciente.
Além do isolamento, os cuidados incluem o uso de aventais, luvas e máscaras de proteção, esterilização e descarte adequado de agulhas, equipamentos e dejetos do paciente.
Por fim, Jucelino Luz encaminhou um pedido de auxílio às autoridades da Espanha, Madri, Sérvia (Belgrado), Tanzânia, Congo, Zaire, Uganda, Gana e à OMS. O objetivo era tentar conter um possível surto do vírus Marburg, que poderia resultar em uma epidemia em 25 de agosto de 2025. {Em 29 de junho de 2025, uma das pessoas viajará da Tanzânia para Belgrado, na Sérvia, e estará contaminada.}
No dia 30 de julho do mesmo ano, outras duas pessoas viajarão do Gana e do Congo para Madri, na Espanha, e estarão contaminadas, podendo transmitir a doença tanto no avião quanto em terra.
É possível que haja uma oportunidade para um surto epidêmico do vírus Marburg em 25 de agosto de 2025.
E, infelizmente, em consequência disso, houve uma pandemia do vírus Marburg em 26 de outubro de 2026.
Gostaríamos de solicitar a colaboração dos órgãos de saúde, dos governantes, da mídia e da população em geral. Juntos, podemos nos unir para trazer informações sólidas e, assim, proteger a população mundial. Ainda estamos ilutados pelos últimos dois acontecimentos. (perdas de vidas humanas ) Por gentileza, compartilhe e divulgue esta informação.
Desejo que todos sejam muito bem-sucedidos!
Jucelino Luz é jornalista e orientador espiritual.
Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.




